//A ‘PATAFISICA DO ABSURDO
G. Nobre
“(...) Tal como no encontro amoroso entre o capacete electromagnético e André Marcueil, também aqui o piloto automático da máquina de controlo descobre as suas zonas erógenas, numa superação da dialéctica através da sexualização da relação entre a meta e a physis, morte gloriosa do Ser no labirintos da vagina dentata. A Vida é o Carnaval do Ser, e a ‘Patafisica será então uma ciência da Vida e não do Ser, uma ciência que se baseia no inútil movimento da lógica do absurdo. Tudo se resume à fórmula: O Ser não existe, só o Devir É.(...)”
Instrumento para afugentar moscas, autor desconhecido, 1850.
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